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Jardim Sensorial

Âmbito

Criatividade, Cultura e Desporto

Proponente

Érica Maria Castro Moreira

Data Submissão:

26-02-2020

Desde a antiguidade que o jardim é visto como um espaço de lazer e fonte de prazer. Através deste espaço, é possível sonhar, experimentar diferentes sensações, promover encontros e experienciar a mãe Natureza no seu estado mais natural e puro. De acordo com Mário Quintana, “o que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente”. Olhares indiferentes, infelizmente, há muitos… quer seja pela monotonia ou as ocasiões da vida, quer seja pela nossa própria pouca atenção ao que nos rodeia. É preciso mudança, é preciso não abandonar os jardins, revivê-los, inová-los. Daí surge a ideia do jardim sensorial. O jardim sensorial é algo bastante presente numa cultura bastante distante e divergente da nossa em inúmeros aspetos, a oriental. Como o nome indica, este é um jardim, contudo não é um jardim qualquer. É um reencontro pessoal com o nosso eu primitivo.Para além disso, é um reencontro com a mãe natureza em todas as suas facetas e formas. O jardim sensorial permite a criação de harmonia e equilíbrio connosco próprios e com o que nos rodeia, podendo, assim, funcionar como uma terapia para toda a comunidade. A utilização deste desperta os cinco sentidos do corpo humano, o tato, através das texturas das plantas, dos pisos; a audição, da água, dos pássaros, do vento, das folhas; a visão, através das cores exuberantes; o olfato, devido aos aromas das espécies; e por fim, o paladar, através do sabor das espécies.